Há muitas formas chico-espertas de dizer que um desconto diferido não é bem um desconto porque não se aplica ao produto que lhe deu origem e portanto não pode colocar em eventual infracção o produto que lhe deu origem. Estas interpretações chico-espertas precisam de ser legalmente contestadas e a Lei precisa de as proibir explicitamente na próxima revisão! Um desconto diferido é o mesmo que um vale, que um cheque ao portador utilizável naquela loja (e, no caso da Fnac, utilizável nas outras insígnias do dono, incluindo La Redoute e Conforama).
Uma novidade com um preço fixado em 18€ só pode ser vendida por 16,20€ (excepto nas situação de excepção)! Uma novidade de 18€ não pode ser vendida por "16,20€ e tome lá um vale de desconto de 1,80€ para amanhã ir comprar o que quiser".
Um desconto aplicado a um produto comprado hoje ou aplicado a um produto a comprar amanhã é um desconto, ponto!

É ou não é chico-espertice?
É ou não é de a IGAC intervir e pôr fim a esta palhaçada?
qual é o teu problema? gostas de pagar mais caro? com preços inflacionados? depois admiram-se que cada vez mais pessoas comprem no estrangeiro pela web. se comprarem cá pelo menos os impostos sobre esses livros ainda revertem a favor do estado português
ResponderExcluirlol este blog é mesmo de um otário!
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