
Veja-se este título da Leya, publicado ontem. Preço de editor: 17 €. Preço Fnac: 15 €. Preço Fnac para possuidores do seu cartão: 13,50 € (o site da Fnac, donde foi retirada a ilustração, mostra o preço de 13,30 € por gralha, ou melhor, por burrice de quem concebe estas chico-espertices para ludibriar a Lei e acabou ludibriado nas suas próprias contas).
Ora, de 13,50 € para 17 € é um desconto de... 20,6%.
ISTO É ILEGAL! IGAC, para vossa acção imediata!
IGAC, não esperem pelo 12 de Abril para que isto fique esquecido e toda a gente possa voltar à sua existência medíocre e improdutiva. Actuem já! Se esta é a primeira chico-espertice despudorada feita às claras, então é porque haverá mais e mais. Ou vocês param isto agora, ou nunca mais têm mão neles, nem nos arrogantes da Fnac, nem nos macaquinhos de imitação da Bertrand, nem nos restantes Continentes e afins.
IGAC, eles andaram a testar-vos e vocês falharam. Agora, quanto mais adiarem a vossa intervenção, mais difícil será.
E mais! Entre hoje e domingo, a Fnac dá ainda 10% cumulativo de desconto em pontos no cartão. Ou seja, durante 3 dias, um livro que devia ser vendido por entre 15,30 € e 17 € (ou por entre 13,60 € e 15,30 € em ocasiões especiais), vai ser vendido por 12,15 €, um desconto de 28,5% para um livro lançado ontem!
Tudo isto é inaceitável.
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